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O Grande Desafio dos Empresários:
A Gestão da Qualidade nos Negócios de Varejo

Wilson Roberto Martins

O Grande Desafio dos Empresários: A gestão da qualidade nos negócios de varejo – Wilson S/A – Consultoria Empresarial

Nos tempos atuais, altamente competitivos os empresários precisam ter posturas mais agressivas na sua gestão de negócios. Por mais que se “cuide” da localização da loja, qualidade dos produtos e serviços, ofertas, opções de pagamento, ainda assim, é preciso estar “atento” às mudanças, que hoje acontecem com uma velocidade incrível, e atender o cliente que está cada vez mais informado e exigente.

Como consultores especialistas, apresentamos abaixo algumas dicas e técnicas, que poderão propiciar oportunidades e caminhos, para ações empreendedoras aos nossos empresários e dirigentes do setor varejista:

  • Na Gestão de Negócios vai vencer quem chegar mais rápido tendo: qualidade com velocidade. Não há mais lugar para os lentos e gabrielas (nasci assim... e vou morrer assim...)
  • Na negociação vai levar quem mais souber administrar: tempo, poder e informação e os interesses que estão em jogo entre as partes.
  • A nova economia vai indicar as oportunidades de migrações dos valores dos negócios. Agregando valor, fica. Não agregando, sai... Mais abertura para os novos aprendizados globais. Energia para pensar antes da concorrência e agir rápido, estrategicamente, é o capitalismo em movimento, desde o século XIX.
  • A gestão de pessoas nos negócios fará a diferença, sim! Portanto se você tem um time faça gols. Se tem e não vence ou cresce, treine ou troque, em pleno jogo. Se não funciona mesmo, demita e contrate os melhores. É a era 21, do agora ou nunca, do paga ou salta, invista em marketing social, motive!
  • Prepare e treine como um coach. Dê pitadas de otimismo, choques de motivação, dê flagrantes no social e gerencie usinas de informações de entradas e saídas. Faça auditoria de oportunidades nesta era em que os clientes são um “conjunto de dados”. Transporte, personalize, otimize, vença!
  • Fique com um pé no tradicional e outro no virtual. Faça um balanço do passado e lembre-se do futuro, “caia na rede”, veja as previsões para os próximos três anos, quando seremos 180 milhões de usuários que compram pela internet com um volume de vendas em torno de mais de US$ 600 bilhões de dólares. Anime-se, saia na frente. A comunicação hoje permite o transporte de dados e informação em segundos, com acessos rápidos globalizados.
  • O novo perfil, para sobreviver às transformações e destruir velhas crenças e modelos antigos (como o da era Gerson “levar vantagem em tudo, certo?”), terá base no nosso jeito brasileiro “de ser”: criativo, aprendendo línguas, assimilando as mudanças, convivendo com as crises, tendo grande capacidade de adaptação, mas para tanto, é necessário deixar de “ancorar” em hierarquias tradicionais, nos romantismos, individualismos, falta de lideranças, lucros irreais...
  • Fique ligado e plugado também nas cinco regiões Brasileiras que temos para não ser vítima das sazonalidades temporais e nos pontos frágeis do varejo (7 p’s)
  • Lembre-se: o mercado não paga a conta, quem paga é o cliente, portanto veja quem, como, quanto, aonde você quer atingir. Fuja da estratégia “rambo” (atirar em tudo o que vê). No Brasil, segundo o IPEA quase nada mudou nas últimas décadas e vai demorar muito ainda para melhorar a péssima distribuição de renda. Somos 50 milhões de pobres e 20 milhões de indigentes após estes anos do plano real. A desigualdade social é enorme e 1% dos mais ricos ficam com 13% da renda, 50% dos mais pobres ficam também com outros 13% da renda nacional (observe a proporção...). Mire bem, no seu alvo de produtos e serviços, para evitar surpresas! (olha o mercado interno aí, gente!)
  • Finalmente, a mão de obra globalizada hoje é escassa: as grandes economias crescem mais depressa do que se consegue formar profissionais, portanto para lidar com resistências, evitar conflitos e confrontos interpessoais, dentro do novo modelo global (ou seria mental?) é preciso saber, recrutar, selecionar e treinar, treinar e treinar... (Lembre-se: treino é jogo, jogo é guerra)

Wilson Roberto Martins – Consultoria Empresarial, Educação, Negócios & Treinamentos

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